
A Publicidade é um cadáver que nos sorri
Ainda não encontrei definição que melhor descreva o homem contemporâneo, da era cibernética - robótico tecnicista, segmentado e individualista - ou como Oliviero Toscani nomeou, o homem pós-humano, tal como no livro A publicidade é um cadáver que nos sorri, de Oliviero Toscani.
Oliveiro disseca os pormenores da publicidade enquanto falácia, no que diz respeito à área iminentemente fadada à falência se, de acordo com Toscani, persistir na mesmice, nas variações do mesmo tema, sem revolucionar, sem ousar.
Publicitários são Criativos, diz Oliviero, mas não são Criadores.
Para ele, é indispensável a não dissociação entre publicidade, realidade e sociedade. Vender sim, mas ter consciência do papel social que cabe a publicidade enquanto meio de divulgação de informações e influências.
Toscani aponta caminhos e possíveis soluções: o que ainda pode ser feito, modificado no conto de fadas que a publicidade prega, na eterna felicidade putrefata e disfarçada de beleza morta, muda.
O verdadeiro cadáver que nos sorri...









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